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Contratação de
aprendizes pelo CIEE cresce 43%
A contratação de aprendizes por empresas parceiras do Centro
de Integração Empresa-Escola (CIEE) cresceu 43% em 2009,
totalizando 16 mil jovens contratados para capacitação
profissional em dezembro último, ante 11,2 mil registrados no
balanço de 2008.
De acordo com Everton S. Mendes, gerente do Programa Aprendiz
do CIEE, as empresas parceiras da entidade puderam comprovar
as vantagens de contar com aprendizes, a relevância social do
programa e a qualidade dos cursos oferecidos pelo CIEE, que
está apto a cuidar do recrutamento, seleção e capacitação
teórica dos jovens. "Inúmeras empresas, embora desobrigadas
das cotas, vêm utilizando os programas de Aprendizagem como
estratégia de formação e desenvolvimento de talentos", afirma.
A Lei 10.097, de 19/12/2000, obriga empresas de médio e grande
porte a contratar aprendizes em cotas correspondentes de 5% a
15% do quadro de empregados. Outra exigência é que eles
recebam aulas de capacitação teórica, formatadas de acordo com
a área de atuação, concomitantemente ao treinamento prático.
"O CIEE oferece essas duas facilidades, pois, além de ter um
cadastro com jovens com o perfil exigido pela lei, é uma
entidade capacitadora, habilitada a ministrar os cursos
teóricos durante o período de vigência do contrato", explica
Mendes.
Informações e inscrições para o Programa - Para obter mais
informações ou candidatar-se às vagas de aprendizagem
oferecidas por empresas parceiras do CIEE, os interessados
podem se inscrever pelo site
www.ciee.org.br, devendo atender aos seguintes
pré-requisitos: idade entre 14 e 24 anos incompletos e cursar
ou ter concluído o ensino médio. Para participar dos cursos de
capacitação teórica, os jovens precisam, necessariamente,
serem contratados por empresas, de acordo com a Lei
10.097/2000.
Para o gerente do Programa Aprendiz, as perspectivas da adesão
de empresas ao programa neste ano são ainda mais promissoras.
"Deveremos chegar ao final de 2010 superando a marca de 20 mil
jovens em capacitação em todo o país", destaca. De acordo com
ele, as empresas estão mais sensíveis à responsabilidade de
qualificar os futuros profissionais, melhorando suas condições
de empregabilidade.
Notícia publicada em
26.01.2010 às 16h05 |